Lima opta pelo Braga

O Sp. Braga continua reforçar-se com vista à nova época, na qual se vai estrear na Liga dos Campeões, e garantiu os serviços do avançado brasileiro Rodrigo Lima por três temporadas, até 2012/13.
Lima, de 26 anos, marcou sete golos em 27 jogos realizados pelo Belenenses na última campanha da Liga portuguesa, durante a qual jogou emprestado pelo Corinthians Paranaense, do Brasil, insuficientes no entanto para impedirem a descida de divisão do clube de Lisboa. O dianteiro junta-se assim a Quim, Léo Fortunato, Eduardo, Ladji Keita, José Collado, Uwa Echiéjilé e Leandro Salino na longa lista de caras novas da equipa de Domingos Paciência.

Bruno Alves, o homem que se segue?

Segundo o jornal O Jogo, Bruno Alves deverá substituir Cristiano Ronaldo como capitão da Selecção Nacional já a partir da fase de qualificação para o Euro 2012, que começa a 3 de Setembro, com a recepção a Chipre, em jogo que se irá disputar em Guimarães.
Na base desta alteração estão as dificuldades de relacionamento de Ronaldo com os diversos elementos ligados à equipa, tanto colegas de equipa como até pessoas do staff técnico e logístico. Além disso, as declarações do número 7 logo após a eliminação frente à Espanha, em que indicava aos jornalistas para pedirem a Carlos Queiroz que explicasse os motivos da derrota de Portugal nos oitavos-de-final da prova que decorre na África do Sul, também caíram muito mal dentro do grupo de trabalho e fora dele, com Luís Figo e António Simões à cabeça.

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UMA NOTA QUE PODERIA TER SIDO BEM MELHOR


Portugal caiu aos pés da Espanha. Ficou-se, no Mundial 2010, pelos oitavos-de-final. Para nós, adeptos, é pouco. Seria sempre. Por aquilo que a selecção portuguesa fez na sua última participação, em 2006, também é reduzido. Pelo historial de participações nacionais, onde Portugal chegara duas vezes às meias-finais e ficara outras duas na fase de grupos, é um meio-termo. Está longe de ser bom mas também não é mau de todo. É suficiente. A eliminação, apesar de dolorosa, não surpreendeu. A Espanha é mais forte, mais pujante e mais candidata. O jogo de terça-feira comprovou-o: os espanhóis foram mais incisivos, dominaram mais, estiveram mais tempo por cima, foram mais discernidos. E mais ousados. A principal diferença esteve aí: a Portugal faltou audácia para chegar mais além.

Classificarmos a participação portuguesa como desastrada é demasiado redutor. Só quem tivesse verdadeiramente esperanças em como Portugal poderia vencer o Mundial, ou ficar lá perto, assim poderá pensar. Eu, como o leitor pode comprovar pelas crónicas anteriores, fui sempre muito realista. O objectivo, antes de nos centrarmos em estabelecer metas arriscadas, deveria estar na passagem aos oitavos-de-final. Ficar na fase de grupos, apesar de ter Brasil e Costa do Marfim como adversários, seria, aí sim, uma verdadeira desilusão. Portugal conseguiu-o. Não foi brilhante mas cumpridor: empatou com os rivais mais fortes, sendo muito consistente defensivamente e cauteloso no ataque, e ganhou com uma goleada, histórica e eficaz, à frágil Coreia do Norte. A meta principal ficou cumprida. A partir daí, com ambição e audácia, Portugal deveria encarar o jogo dos oitavos-de-final fortalecido e confiando nas suas capacidades. Sem nunca se colocar em bicos de pés.

Nestas coisas de futebol há quem confunda ambição com convencimento. Ter ambição mostra a vontade de querer chegar longe, a alma, a garra que está presente em cada jogo. A selecção portuguesa, porque é uma equipa composta por jogadores de qualidade, deveria ser ambiciosa. Acreditar que, com suor e sacrifício, poderia seguir em frente. Convencimento é algo completamente diferente. Passa, no fundo, por entender que, antes de qualquer jogo ser realizado, a equipa já está com um pé na fase seguinte. Resulta de uma ambição desmedida, sem regras. Portugal deveria ter ambição, muita, mas nenhum convencimento. Juntar duas partes essenciais: ter ambição e cuidados, ser ousada e cautelosa, fazer tudo para ganhar sem colocar em perigo a sua defesa, arriscar sem cometer suicídio.

A conclusão é fácil: Carlos Queiroz não encontrou a velocidade certa, no ponto médio, para guiar a armada portuguesa. O seleccionador foi sempre cauteloso, expectante, defensivo, resguardando-se dos adversários mais fortes. A selecção portuguesa esperou sempre para perceber as intenções dos rivais. Se atacassem, tudo bem, a defesa estava preparada. Aí, nesse aspecto, resultou lindamente: em quatro jogos, Eduardo, uma figura portentosa de Portugal na África do Sul, sofreu um golo. Mas é necessário, aliando a uma barreira defensiva forte, atacar. Ninguém pode ganhar sem marcar. Defender bem é a primeira premissa do sucesso, atacar com inteligência, rapidez e ousadia é a outra. A Portugal, para ser bem-sucedido, faltou o segundo ponto. Como seria possível, em jogos a eliminar, conseguir o objectivo sem atacar?

O jogo com a Espanha deixou um amargo de boca - primeiro por ter sido com os espanhóis, sim. A selecção espanhola, naquele estilo à Barcelona, circula a bola, fá-la rodar por todos os jogadores, passa, repassa e volta a passar. Parece um ciclo vicioso. Jogam bem, com qualidade, têm jogadores, como a dupla cerebral Xavi-Iniesta e o matador David Villa, de enorme valia. Mas, apesar de tudo isso, Portugal poderia ter ganho. Se, lá está!, fosse mais atrevido e mais corajoso. Tivemos oportunidades, assustamos Casillas, os defesas espanhóis viram-se em perigo. O ímpeto de La Roja, a tal fúria, foi enfraquecida por Portugal. Faltou, voltamos ao início, arriscar no ataque. Partir para cimar da Espanha, obrigar a errar, encher o peito e lutar até ao final. Portugal, por certo, quis ganhar. Só que fez pouco por isso.

O minuto cinquenta e sete marcará o jogo: Queiroz tirou Hugo Almeida, o ponta-de-lança, ao mesmo tempo que Vicente Del Bosque, conhecedor e matreiro, colocou Llorente, uma estaca, junto aos centrais portugueses. Portugal morreu aí. O seleccionador português errou. O seu plano de contenção resultara bem, a selecção portuguesa vivia o seu melhor período, conseguira afastar o perigo espanhol e chegar à baliza de Casillas. Importava, mais do que tudo, manter-se assim e, sem comprometer todo o trabalho realizado até então, aumentar esse ritmo ofensivo. Mas Portugal, pelo contrário, encolheu-se. Ao mesmo tempo que a Espanha cresceu e marcou. Em vantagem, começou a circular a bola, tiki-taka, jogando com o relógio. O resultado estava entregue. Tal como Portugal.

A selecção portuguesa foi como um aluno em exame. Nervosa, jogando pela certa, cumprindo os serviços mínimos. Ultrapassou comodamente a barreira negativa, representada pela saída no final da fase de grupos, mas ficou-se pelo satisfaz. Ronda os cinquenta por cento. Foi um aluno que se preocupou apenas em transitar para a próxima etapa, tendo mais de metade da cotação, não sendo ambicioso para chegar ao topo da escala e superar as suas próprias expectativas. O professor Carlos Queiroz, com responsabilidades, é culpado por não ter incutido essa vontade na sua turma. Até o aluno com melhores créditos, de quem mais se esperava, desiludiu. Foi um entre tantos. Não sobressaiu. De Cristiano Ronaldo, o tal aluno mais talentoso, nada se viu na África do Sul.

Fernando Santos no comando da Grécia

Fernando Santos é o novo seleccionador da Grécia, substituindo no cargo Otto Rehhagel.
Após a eliminação da Grécia na fase de grupos do Campeonato do Mundo da África do Sul, Rehhagel, de 71 anos, deixou o comando da selecção helénica, onde chegou em 2001 e pela qual conquistou o EURO 2004, em Portugal. Fernando Santos, de 55 anos, assinou um contrato válido por duas temporadas, seis semanas depois de abandonar o leme do PAOK Salónica.

Sporting oficializa Diogo Salomão

O Sporting oficializou a contratação por quatro temporadas do jovem Diogo Salomão, do Real Massamá.
Formado nas escolas do Estrela da Amadora, o extremo de 21 anos actuou na época anterior no clube dos arredores de Lisboa, depois de duas campanhas ao serviço do Casa Pia, onde se estreou como sénior. "Estar no Sporting é uma sensação indescritível", afirmou Salomão em declarações ao site do clube de Alvalade. "É o sonho de qualquer jogador. Espero assumir um papel importante na equipa o quanto antes e ficar na história deste grande clube que é o Sporting. Sou um jogador rápido e explosivo, e gosto de assistir os avançados. Também finalizo, mas o meu papel é assistir."

Roy Hodgson é o novo treinador do Liverpool

Roy Hodgson foi apresentado como novo treinador do Liverpool, pelo qual assinou um contrato válido por três temporadas.
O técnico de 62 anos deixa, assim, o Fulham - equipa que, na última época, guiou até à final da edição inaugural da UEFA Europa League -, para rumar a Anfield. Este irá ser o 16º cargo de Hodgson como treinador principal, ao longo de uma carreira que se estende já por 35 anos. Sobre a mudança para Liverpool, o treinador inglês afirmou ao site dos reds: "Este é o maior cargo no futebol de clubes e estou honrado por assumir o papel de treinador do mais bem sucedido clube britânico de futebol. Estou ansioso por me encontrar com os jogadores e os adeptos".

Espanhóis revelam interesse da FPF em Aragonés

O diário desportivo espanhol Marca escreve esta quinta-feira que Gilberto Madaíl "procura um substituto" para Carlos Queiroz e que o "melhor colocado é Luis Aragonés".

"Del Bosque puede dar trabajo a Luis Aragonés

El presidente, Gilberto Madail, lleva buscando un sustituto del ex técnico madridista (Carlos Queiroz) y el mejor colocado para el banquillo luso es Luis Aragonés. Representantes de la federación portuguesa ya se pusieron en contacto con el 'Sabio' antes de la cita de Sudáfrica y estarían dispuestos a ofrecerle el cargo de seleccionador hasta la Eurocopa de 2012.
Finalizada su aventura en Turquía, Luis Aragonés ha comentado en varias ocasiones que tiene ofertas para entrenar fuera de España y más concretamente a una selección nacional."

Rodríguez «dragão» por 4 temporadas

Carlos Portell, presidente do Banfield, confirmou esta madrugada que o extremo colombiano James Rodríguez, jogador que, já esta época, começou por ser apontado como reforço do Benfica, vai rumar aos rivais do Dragão, onde jogará nos próximos quatro anos.
Embora os valores da transferência ainda não tenham sido tornados oficiais, a imprensa argentina garante que o FC Porto adquiriu a totalidade do passe de Rodríguez por 6 milhões de euros.

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