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Alemanha conquista o bronze

A Alemanha garantiu o terceiro lugar no Campeonato do Mundo da África do Sul, ao bater o Uruguai por 3-2, num bom espectáculo de futebol.
Um jogo aberto e repleto de golos, incerteza no resultado, que apenas ficou decidido nos derradeiros dez minutos, graças a um golo de Sami Khedira. Os germânicos começaram melhor, estiveram na frente, o Uruguai respondeu e deu a volta, perto do final os alemães fizeram o mesmo.

E foram os europeus a começarem melhor. Aos dez minutos a Alemanha esteve muito perto de abrir o activo, na sequência de uma série de lances de insistência ofensiva. Após canto da direita, Arne Friedrich cabeceou ao segundo poste, com a bola a embater na barra. A Alemanha era, de facto, a equipa mais esclarecida em campo, apesar das tentativas de Jorge Fucile, do FC Porto, e Maxi Pereira, do Benfica, em remar contra a maré, e em cima dos 18 minutos, os germânicos chegaram mesmo à vantagem.
Bastian Schweinsteiger arrancou um excelente pontapé de fora da área, Fernando Muslera apenas conseguir bloquear, mas a bola sobrou para Thomas Müller, que só teve de empurrar para o 1-0, o seu quinto tento neste Campeonato do Mundo.

O domínio da formação europeia era evidente, mas aos 28 minutos, o Uruguai conseguiu responder da melhor forma. Após um roubo de bola no meio-campo, os sul-americanos aproveitaram bem o desposicionamento da defesa alemã e, num rápido contra-ataque com três contra dois, Edinson Cavani recebeu na esquerda e, à saída de Hans-Jörg Butt, empurrou para o fundo da baliza.
O encontro tornou-se um pouco mais equilibrado, com a Alemanha a sentir mais dificuldades para entrar na defensiva contrária, aproveitando o Uruguai para contra-atacar. Num desses lances, pouco antes do intervalo, Luis Suárez isolou-se pela direita, mas o seu remate cruzado saiu ao lado do poste.
O segundo tempo começou com uma excelente ocasião desperdiçada por Suárez, que viu Butt fazer uma excelente defesa para canto. Um sinal do que viria a acontecer pouco depois. A verdade é que o Uruguai entrou melhor após o descanso e Diego Forlán colocou a formação sul-americana na frente, aos 51 minutos, através de um remate acrobático à entrada da área. Foi o quinto golo do atacante na prova. Mas o jogo estava animado.

Na resposta, a Alemanha voltou a empatar, com Marcell Jansen a cabecear após cruzamento da esquerda e saída a destempo de Muslera, e Mesut Özil teve nos pés o 3-2, aos 57 minutos, mas exagerou nas fintas. O encontro estava aberto, emocionante, sem grandes estratégias defensivas. Nesta fase, Butt negou golos a Suárez e Forlán.
Já se vislumbrava o prolongamento, quando a Alemanha conseguiu, finalmente, desatar o nó deste jogo. Aos 82 minutos, na sequência de um lance confuso, Sami Khedira conseguiu saltar mais alto que toda a gente e cabecear por cima de Muslera, fazendo o 3-2 final. Forlán, de livre directo, ainda atirou à barra, em período de descontos. Os germânicos asseguraram assim o derradeiro lugar no pódio do Mundial de 2010.

«Laranja» imparável chega à final

A Holanda apurou-se pela terceira vez na sua história, primeira em 32 anos, para a final do Campeonato do Mundo, ao vencer o Uruguai por 3-2, na Cidade do Cabo e com seis triunfos em outros tantos jogos, pode igualou o resgisto do Brasil alcançado em 2002 na caminhada para o pentacampeonato.
Finalista vencida em 1974 e 1978, a selecção laranja viu Diego Forlán responder ainda na etapa inicial ao tento inaugural do capitão Giovanni van Bronckhorst, mas dois remates certeiros no espaço de três minutos da segunda parte, da autoria de Wesley Sneijder e Arjen Robben, abateram os sul-americanos (vencedores da competição em 1934 e 1950) , apesar de Maxi Pereira ter reduzido nos descontos, e garantiram a presença da Holanda no encontro decisivo de domingo – ante a Alemanha ou a Espanha. Além de ter mantido a senda 100 por cento vitoriosa da equipa de Bert van Marwijk em 2010 (10 jogos), o triunfo aumentou igualmente para 25 a série de desafios seguidos dos holandeses sem perder.

Coube ao conjunto da Europa a primeira ameaça, aos quatro minutos, num remate de Dirk Kuyt que saiu por cima da trave, após alívio deficiente do guarda-redes Fernando Muslera, mas o golo da Holanda não tardou. Aos 18, Van Bronckhorst – a disputar o 105º desafio pela selecção laranja – desferiu um pontapé com o pé esquerdo muito longe do alvo e fez a bola entrar ao ângulo superior esquerdo da baliza adversária; Muslera bem se esticou e ainda tocou ao de leve no esférico, mas este bateu na parte de dentro do poste antes de entrar nas redes dos sul-americanos.
Sem poder contar com Luis Suárez no ataque devido a suspensão (tal como Jorge Fucile, do FC Porto, substituído na lateral-esquerda pelo estreante Martín Cáceres, da Juventus), a formação comandada por Óscar Tabárez, que teve também o capitão Diego Lugano indisponível por lesão, viu o igualmente portista Álvaro Pereira rematar fraco e à figura de Maarten Stekelenburg, antes de Muslera defender remate cruzado de Kuyt.

No entanto, na resposta, o Uruguai chegou ao empate por Forlán, aos 41 minutos. O avançado do Clube Atlético de Madrid fugiu a Joris Mathijsen e fez o seu quinto golo na prova (igualou o espanhol David Villa), num remate de pé esquerdo de fora da área que bateu Stekelenburg, apesar de este ter tocado na bola.
O quinto tento de Forlán igualou David Villa no topo dos melhores marcadores com 5 golos (28 golos em 68 jogos Seis minutos depois do intervalo, a selecção “celeste” esteve perto de virar o resultado. Khalid Boulahrouz – uma das três novidades de Van Marwijk nesta partida (as outras foram Demy de Zeeuw e Mathijsen) – fez um mau atraso para Stekelenburg, o guarda-redes conseguiu anular o lance mas a bola sobrou para Álvaro Pereira, que, de longe, tentou o chapéu, valendo Van Bronckhorst a evitar o golo de cabeça.

Forlán testou a atenção de e defesa apertada de Stekelenburg a meio da segunda parte e, no lado contrário, Robin van Persie assistiu Rafael van der Vaart, entrado após o reatamento para o lugar de De Zeeuw, mas Muslera negou os intentos do jogador do Real Madrid. Os holandeses pressionaram e assinaram dois golos no espaço de três minutos, aos 70 e 73: primeiro num remate de Sneijder que desviou em Maxi Pereira e enganou Muslera e depois num cabeceamento certeiro de Robben, na sequência de um bom cruzamento de Kuyt. Nos descontos, Mauricio Victorino marcou um livre curto para Maxi, o lateral-direito do Benfica flectiu para dentro de rematou em jeito para o fundo das redes perto área.

Uruguai destrói sonho africano

O Uruguai apurou-se para as meias-finais do Campeonato do Mundo, ao bater o Gana nas grandes penalidades, após o 1-1 no final do tempo regulamentar e do prolongamento.
Num jogo muito disputado e impróprio para cardíacos, o Uruguai começou melhor, com domínio do jogo, mas o Gana superiorizou-se e acabou o primeiro tempo a dominar e a ganhar, golo de Sulley Muntari. Diego Fórlan empatou na segunda parte, lançando a emoção para os derradeiros minutos, verdadeiramente de loucos. Tudo ficou decidido nos penalties, e aí o Uruguai foi mais feliz.
O Uruguai começou mais forte e dominador, mas o primeiro lance de verdadeiro perigo apenas surgiu aos 18 minutos, momento em que Edinson Cavani acorreu a um canto da esquerda e cabeceou para defesa por instinto de Richard Kingson.

Aos 25 foi a vez de Forlán visar a baliza do Gana, mas a bola saiu ao lado, isto numa altura em que a formação africana tentava reagir à pressão inicial contrária. O Uruguai aproveitava os espaços para contra-atacar com algum perigo.
Luis Suárez quase fez o primeiro pouco depois, rematando sem marcação para boa defesa de Kingson. Só à meia-hora o Gana esteve perto de marcar, com Isaac Vorsah a surgir de rompante e a cabecear pouco ao lado da baliza sul-americana. A seguir foi Asamoah Gyan a atirar ao lado, após excelente trabalho de Kevin-Prince Boateng na direita.
Os derradeiros minutos do primeiro tempo pertenceram por completo ao Gana, mais agressivo na disputa da bola, explosivo no ataque, e acabaria por marcar um golo, já nos descontos. Sulley Muntari arrancou um pontapé a 30 metros da baliza, a bola descreveu um arco e bateu Fernando Muslera, traído pela trajectória da bola. A festa irrompeu nas bancadas e o descanso chegou.
No segundo tempo, o Gana voltou a entrar bem, mas o talento de Forlán veio ao de cima, aos 55 minutos, na marcação de um livre directo. O avançado rematou para o segundo poste, enganando Kingson e igualando a partida 1-1.

Gyan obrigou Muslera a defesa apertada pouco depois e, na resposta, Forlán cruzou da esquerda para o segundo poste, onde apareceu Suárez sozinho, mas atirou às malhas laterais. O atacante do Ajax obrigou Kingson a uma estirada difícil aos 70 minutos, depois de rematar forte de biqueira. Nesta altura o jogo estava repartido, com ambas as formações a ameaçarem marcar. Mas o encontro foi mesmo para prolongamento.
E aqui o Gana esteve mais fresco, criando inúmeras situações de golo, e no último minuto do tempo a emoção foi ao rubro. Num lance em que Suárez afastou por duas vezes a bola sobre a linha de golo da baliza do Uruguai, no segundo desses lances fê-lo com a mão, levando o árbitro português Olegário Benquerença a expulsar o atacante e a apontar para a marca de grande penalidade. Gyan foi chamado a colocar o Gana nas meias-finais, mas atirou à barra...
Tudo para decidir nos penalties, e aí o Uruguai foi mais forte, com John Mensah e Dominic Adiyiah a falhar para os ganeses e Maxi Pereira para os uruguaios, mas Sebastian Abreu, à Panenka, não desperdiçou o pontapé decisivo, colocando os sul-americanos nas meias, onde vão encontrar a Holanda.

Suárez coloca Uruguai nos quartos-de-final

Com dois golos de Luís Suárez, o Uruguai bateu a Coreia do Sul por 2-1 e segue para os quartos-de-final.
A selecção uruguaia, que ainda não tinha sofrido qualquer golo neste Mundial, ganhou vantagem logo aos oito minutos, mas viu Lee Chung-Yong restabelecer a igualdade a meio do segundo tempo. A dez minutos do apito final, contudo, Suárez bisou na partida e selou o apuramento dos sul-americanos.

A Coreia entrou melhor no encontro e foi a primeira equipa a criar perigo, logo aos cinco minutos, na sequência de um livre a castigar falta de Maxi Pereira sobre Park Ji-sung, já perto da entrada da área. Na cobrança, Park Chu-young bateu a bola em arco, sobre a barreira, mas esta acabou por embater no poste. Os sul-americanos reagiram e viram Diego Forlán, em boa posição, rematar à figura de Jung Sung-ryong.
E acabou mesmo por ser o Uruguai a inaugurar o marcador, aos oito minutos. Forlán trabalhou bem na esquerda e cruzou rasteiro para o segundo poste, onde apareceu Luis Suárez a encostar para o fundo das redes, depois de o guarda-redes coreano, Jung Sung-ryong, ter falhado a tentativa de interceptar a bola. A Coreia apenas conseguiu responder com algum perigo à passagem da meia-hora, com mais um bom remate de Chu-young. Suárez, de cabeça, esteve perto do 2-0 pouco depois, e Cha Du-ri, de longe, ameaçou a baliza uruguaia, mas o intervalo chegou mesmo sem mais alterações no resultado.

O segundo tempo começou com a selecção coreana a controlar por completo a posse de bola, mas sem conseguir criar reais situações de golo, excepção feita a um bom remate de cabeça de Park Ji-sung, aos 58 minutos. Os asiáticos, contudo, haveriam de ver o seu maior domínio recompensado aos 68 minutos, com a obtenção do golo do empate. Na sequência de um livre batido para a área do Uruguai, Lee Chung-Yong, solto de marcação, de cabeça, bateu Muslera pela primeira vez neste Campeonato do Mundo.
Com a igualdade restabelecida no marcador, o Uruguai voltou a subir no terreno e, depois de deixar um primeiro aviso, com um remate cruzado para excelente defesa de Jung Sung-ryong, Suárez bisou mesmo na partida, numa excelente iniciativa individual, culminada com um espectacular remate em arco, que ainda tocou no poste antes de entrar para o fundo da baliza coreana. A Coreia ainda dispôs de uma excelente oportunidade para levar a decisão do encontro para o prolongamento mas, isolado, Lee Dong-Gook não conseguiu bater Muslera, com o Uruguai a segurar a passagem aos quartos-de-final.

México e Uruguai: Objectivo cumprido

O Uruguai bateu o México por 1-0, em Rustenburg, graças a um golo de Luis Suárez, avançado do Ajax, perto do final da primeira parte, mas as duas selecções seguem em frente para os oitavos-de-final.

Apesar de um empate garantir automaticamente o apuramento às duas selecções, os primeiros minutos do encontro mostraram que Uruguai e México iriam lutar pela vitória, procurando, talvez, evitar um possível confronto com a Argentina nos oitavos-de-final. A primeira real situação de golo pertenceu ao Uruguai, com Suárez, isolado, a atirar ao lado, mas o México respondeu através de Andrés Guardado que, de muito longe, acertou na trave da baliza à guarda de Fernando Muslera.
O jogo prosseguiu numa toada de parada e resposta, e acabou por ser o Uruguai a inaugurar o marcador, aos 44 minutos, por intermédio de Suarez, de cabeça, após cruzamento de Edinson Cavani. As duas selecções recolheram aos balneários ainda em posição de acesso aos oitavos-de-final, embora com os mexicanos ameaçados, fruto do resultado que, na altura, se verificava na partida entre África do Sul e França.

Apesar disso, foi o Uruguai quem esteve perto de ampliar a vantagem, logo no arranque do segundo tempo. Aos poucos, o México assumiu o controlo da partida sem que, ainda assim, conseguisse concretizar nenhuma das várias oportunidades criadas para restabelecer a igualdade, a melhor das quais desperdiçada por Francisco Rodríguez, num cabeceamento sem oposição, já dentro da pequena área adversária. Contudo, a África do Sul não foi além de um triunfo por 2-1 sobre a França, pelo que a derrota pela margem mínima foi suficiente para permitir à selecção mexicana segurar o segundo lugar no Grupo A, enquanto o Uruguai garantiu o primeiro posto sem qualquer golo sofrido nos três encontros disputados.

Forlán embala Uruguai

Depois do empate na ronda inaugural do Grupo A, a África do Sul, anfitriã do Campeonato do Mundo de 2010, saiu derrotada do confronto ante o Uruguai (3-0), num desafio em que Diego Forlán apontou dois golos. O portista Álvaro Pereira marcou ao fechar do pano.
A jogar em casa, no Estádio Loftus Versfeld, em Pretória, a turma africana foi a primeira a criar perigo, logo aos quatro minutos, primeiro na execução de um livre e depois na marcação de um canto. Ainda assim, a formação sul-americana, que contou com os portistas Álvaro Pereira e Fucile no onze – o benfiquista Maxi Pereira também alinhou de início – ia anulando as investidas do conjunto orientado por Carlos Alberto Parreira.

Os uruguaios aproveitaram inclusivamente para subir um pouco mais no terreno e Luis Suárez tentou o remate de fora da área, mas o guarda-redes sul-africano, Khune, travou o disparo do dianteiro. No minuto seguinte, o Uruguai chegou mesmo ao golo, também através de um disparo de longe. Diego Forlán disparou uma bomba em direcção à baliza, o esférico ainda sofreu um desvio em Mokoena e acabou por entrar nas redes à guarda de Khune.
Empolgados pelo golo, os comandados de Oscar Tabárez poderia ter dilatado a vantagem aos 33 minutos, mas Suárez, descaído sob o lado direito acertou nas malhas laterais da baliza sul-africana. Aos 39 minutos os bafana-bafana responderam e estiveram perto do empate, após cruzamento do lado direito, de Modise. Mphela, bem colocado, cabeceou pleno de intenção, mas o remate saiu ligeiramente ao lado.

Depois de ter chegado ao intervalo em vantagem, o Uruguai encarou o segundo tempo com a missão de preservar a vantagem alcançada, não descurando o ataque. Assim, aos 47 minutos, Cavani esteve perto do 2-0, após cruzamento de Suárez, mas Masilela conseguiu desarmar o atacante contrário, quando este se preparava para visar a baliza de Khune.
Os uruguaios continuaram a desperdiçar algumas ocasiões para dilatar a vantagem e aos 65 minutos viram Mphela desaproveitar novo cabeceamento em zona frontal, com o esférico a sair ao lado. Dez minutos depois, Khune derrubou Suárez dentro da grande área, com o árbitro a assinalar grande penalidade e a dar ordem de expulsão ao guardião sul-africano. Chamado a converter o castigo máximo, Forlán aproveitou para bisar, estabelecendo o 2-0. Álvaro Pereira, lateral do FC Porto, teve ainda tempo para assinar o 3-0 final já em tempo de descontos.

Mau jogo num nulo mais do que justo entre Uruguai e França

Uruguai e França empataram (0-0), esta noite, na 1ª Jornada do Grupo A do Mundial 2010, repetindo a tendência de resultado registada no encontro inaugural da prova, entre África do Sul e México (1-1).
No Estádio Green Point, na Cidade do Cabo, uruguaios e franceses deram um mau espectáculo de futebol, sem grandes oportunidades de golo e muito equilíbrio pelo medo de perder o encontro.

Se, na 1ª Parte, os gauleses registaram um ligeiro ascendente e estiveram mais perto de marcar, os sul-americanos - com Álvaro Pereira (FC Porto) e Maxi Pereira (Benfica) no 11 inicial e Jorge Fucile (FC Porto) no banco de suplentes - conseguiram nivelar por completo o encontro, nos segundos 45'.
Numa partida sem história, destaque, ainda, para a expulsão de Nicolás Lodeiro (80'), a primeira da edição deste ano do campeonato do mundo.
Na 2ª Jornada, a França defronta o México (17 Junho), enquanto que o Uruguai joga perante a selecção anfitriã do Mundial, a África do Sul (16 Junho).

Álvaro Pereira, Fucile e Maxi na lista final do Uruguai

Álvaro Pereira, Fucile e Maxi Pereira fazem parte da lista final do seleccionador Oscar Tabárez para representar o Uruguai no Mundial 2010.
Álvaro Fernandez, que esteve no V. Setúbal em Janeiro, também está entre os 23.

Guarda-redes: Fernando Muslera (Lazio), Juan Castillo (Deportivo Cali) e Martin Silva (Defensor).

Defesas: Diego Lugano (Fenerbahçe), Diego Godin (Villarreal), Andres Scotti (Colo Colo), Jorge Fucile (FC Porto), Martin Caceres (Juventus) e Maurício Victorino (Universidad de Chile).

Médios: Walter Gargano (Nápoles), Egídio Arevalo Rios (Penarol), Sébastian Eguren (AIK Estocolmo), Diego Perez (Mónaco), Maxi Pereira (Benfica), Álvaro Pereira (FC Porto), Ignácio Gonzalez (Valência), Nicolas Lodeiro (Ajax) e Álvaro Fernandez (Universidad de Chile).

Avançados: Luís Suarez (Ajax), Diego Forlan (Atlético Madrid), Sébastian Abreu (Botafogo), Edinson Cavani (Palermo), Sébastian Fernandez (Banfield)